terça-feira, 25 de junho de 2013

Marburg

Ter a oportunidade de ir para Alemanha no mês de junho é como ganhar na loteria! Temperatura agradável, jardins floridos, dias ensolarados, pessoas felizes formam um conjunto perfeito para um belo passeio. Tive a ótima oportunidade de fazer um voo para Frankfurt no último dia 19 e aproveitei para conhecer a cidade universitária Marburg.

Marburg é uma cidade com 800 anos de história. Situada nas margens do rio Lahn, a paisagem da cidade destaca-se pela grande igreja gótica e um imponente castelo no alto da montanha. Dentre seus ilustres moradores estão os irmãos Grimm, que escreveram alguns contos de fadas e Martin Lutero. 

O trajeto de Frankfurt a Marburg de trem dura cerca de uma hora. Duas colegas me acompanharam nesse passeio: a Jaqueline e a Eunice. Além da companhia e das boas risadas pude contar com uma tradutora pois a Jaqueline fala alemão e nos ajudou muito ao longo do dia. 

Chegamos na estação de Marburg por volta de 09:40 da manhã. No horário brasileiro ainda eram 04:40! O primeiro ponto turístico que visitamos foi a Elisabethkirche, que é a igreja de Elisabeth. Construída e 1235 é uma grande igreja gótica com tripla abside. Os vitrais mostram a vida de Santa Elisabeth e alguns de seus trabalhos realizados na cidade. Santa elizabeth foi uma condessa, Izabel da Hungria, que viveu em Marburg após tornar-se viúva e dedicou sua vida aos doentes, apesar de ter morrido com 24 anos. 
Fachada da Elizabethkirche
               

Vista da igreja do outro lado da rua
Vitrais da igreja mostrado cenas da vida de Santa Elisabeth

Continuamos o passeio em direção a Cidade Histórica Antiga. É possível pegar um elevador pois fica em uma parte mais lata da cidade. Na cidade histórica (parte alta) as ruas são estreitas e a arquitetura do tipo enxaimel domina a paisagem.

Praça do Mercado

Jaqueline, Eunice e eu


 O ponto principal da cidade é a Praça do Mercado, onde fica o prédio da prefeitura, construído no século XVI. 
Prédio da prefeitura com o famoso relógio de 400 anos

Continuamos a "subida" em direção ao castelo e passamos pela igreja luterana de Santa Maria, a igreja mais antiga de Marburg. 

Após várias escadarias chegamos ao Castelo de Landgrave. O castelo foi construído no ano 1.000 como residência dos landgraves. Essa palavra não tem tradução para o português pois era usada para designar um título na Alemanha, uma espécie de duque ou conde, tipo um "dono da terra". 
Escadaria para chegar ao castelo


O castelo também funcionou como forte. Em estilo gótico, com alguns detalhes renascentistas, o prédio é bem grande e repleto de histórias. Ao chegar no alto da colina não sabemos se admiramos a bela arquitetura do castelo ou a paisagem da cidade vista do alto. 

Paisagem de Marburg a partir do castelo






É possível visitar o  interior do castelo, a visita custa 4 euros. Na ala leste, funciona o museu da História Cultural, com cinco andares divididos em pré-história, arte sacra, armaduras, folclore e dia-a-dia. Muito interessante. 










Na ala norte, fica o Hall do Príncipe, um dos maiores interiores góticos da Alemanha. Hoje o espaço é usado para concertos e eventos. 

Hall do Príncipe



Em um lareira, abre-se para o Grande Hall da ala oeste, onde há exibição da história do castelo e fundação do estado de Hessen. Na ala sul, foi onde aconteceu o evento de maior notoriedade: em 1529, aconteceu o Colóquio de Marburg, onde o landgrave Philipp, o Magnânimo, foi convidado para ser landgrave de Marburg. 
Afresco na capela

A capela do castelo foi consagrada em 1288. É decorada com afrescos medievais nas paredes, todas recentemente restauradas. O piso original também está preservado. 










Quando acabamos a visita ao castelo, todos os sinos da cidade batiam meio-dia. Do alto da cidade, assistimos tudo de camarote!









Descemos de volta a cidade antiga e escolhemos um restaurante cheio de moradores para almoçar. Escolhemos um prato típico do restaurante: Aufläufe, batatas com carne e queijo garatinados, e para beber suco de maça com água com gás. Sem pensar que no horário brasileiro eram ainda 8 da manhã, almoçamos com prazer!


Universidade Philipps


Descemos até as margns do rio Lahn e admiramos a bela arquitetura da Universidade Philipps. Fundada em 1527 pelo landgrave Phillip, o Magnânimo, é a universidade protestante mais antiga do mundo, com cerca de 22.000 estudantes dos cursos de medicina, ciências naturais e humanas. 







A principal ponte sobre o rio Lahn é a Erlenring Kurt-Schumacher, onde os apaixonados trancam cadeados e jogam a chave no rio, como acontece em várias cidades. 
Ponte sobre o rio Lahn




















Passeamos pelas margens do rio, onde estudantes curtiam o sol e o calor enquanto liam e conversavam...



Voltamos a estação central de Marburg pelas margens do rio e antes de entrar no trem de volta pra Frankfurt pudemos nos despedir da paisagem dessa bela cidade!
Vista da cidade a partir da estação de trem
Total de gastos do passeio por passeio: 15 euros de táxi para estação central de Frankfurt, 14 euros de passagem de trem, 4 euros de entrada no castelo e 8 euros de almoço = 41 euros

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Florida Keys

                No extremo sul do EUA, no sul da Flórida, existe uma rodovia muito diferente de todas as que estamos acostumados: "Overseas Highway" ou rodovia em cima do mar. 185 km e 42 pontes tornam essa estrada uma das mais bonitas do mundo. Também considerada como rodovia flutuante, essa estrada liga o continente a 51 das 822 ilhas do arquipélago chamado Florida Keys e termina na famosa cidade de Key West, o ponto mais ao sul dos EUA.
                  Para quem está acostumada a percorrer 600 km de rodovia Fernão Dias todas as semanas,  ter a oportunidade de dirigir em uma rodovia em cima do mar seria uma coisa fantástica... pensando nisso, convidei meus animados colegas Gabriel, Fabiana e Cíntia para aproveitamos nosso dia livre em Miami e cairmos na estrada. Todos toparam e saímos cedo no dia 25/02/2013 para essa aventura inesquecível. 

Fabiana e Cíntia no banco de trás, eu dirigindo e Gabriel de co-piloto

                Além de Key West, há outras três cidades turísticas ao longo da rota 1: Key Largo, Islamorata e Marathon. Todas famosas por seus esportes náuticos e praias belíssimas.
            Como nosso problema é sempre o pouco tempo disponível, planejamos um roteiro percorrendo cerca de 70% do percurso, não teríamos tempo de chegar a Key West e depois voltar pra Miami... Portanto, nosso destino foi o Bahia Honda State Park, que fica na cidade de Big Pine Key, exatamente 200 km de Miami. 
               
A rodovia é pista única e o limite de velocidade é baixo

O dia estava lindo! Céu claro, sol e temperatura em torno de 25 graus!

Percorremos mais de duas horas em cima de belíssimas pontes. De um lado o Oceano Atlântico, de outro, o Golfo do México. A cor da água realmente hipnotiza nossos olhares: uma mistura de verde esmeralda com azul turquesa que é impossível descrever. 


               Chegamos no Bahia Honda State Park e pagamos 15 dólares (no total) de entrada e estacionamento. A infra- estrutura do lugar é tão impressionante quanto sua beleza natural. Tem banheiros, duchas, área para camping, área de picnic, passeios de caiaques e barcos. Eu, como uma boa mineira que se preze, joguei-me no mar em menos de 1 minuto! A temperatura da água é perfeita para mergulhos: morna e acolhedora!
                       
Chegada ao Bahia Honda State Park
Vista da Old Bahia Honda Bridge




           



  

             




                          Dentro do parque, é possível ver e subir na antiga ponte ferroviária, construída no início do século XX, hoje é apenas ruínas. 


                   



                        Depois do delicioso banho de mar fizemos uma caminhada até a antiga ponte e foi lá que ficamos boquiabertos com a beleza do lugar... Nessa parte do post, vou substituir as palavras por imagens, pois é um lugar realmente indescritível!

A ponte ao fundo é a rodovia



                      Hipnotizados pela maravilha do lugar e relaxados com o delicioso banho de mar... era hora de voltar para Miami e curtir todo o caminho de volta... 

        A primeira ponte do caminho da volta é a famosa "Seven Mile Bridge" , a maior dessa Highway, com cerca de 12 km de extensão. 
         








           Indico esse passeio a todos que tiverem essa oportunidade e a todos que puderem criar essa oportunidade, vale muito a pena!
                Agradeço a Fabiana, a Cíntia e ao Gabriel pela excelente companhia, pelas gargalhadas e por não criticarem o playlist do meu I Phone... 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Segway em Miami Beach

              
               Miami é sinônimo de compras baratas para os brasileiros. Realmente os preços são absurdamente mais baixos e compensa muito comprar eletrônicos, roupas, acessórios, artigos de grife... é o novo Paraguay dos brasileiros. Estima-se que 2.000 brasileiros desembarcam por dia no aeroporto de Miami e deixam uma grande quantia de dólares na terra do tio Sam. Mas muito além dos shoppings e outlets, Miami é um dos lugares mais bonitos dos EUA: clima agradável o ano todo, praias com areias claras, mar "azul caribe" e abundante vegetação. Uma ótima maneira de desbravar não apenas a natureza mas também a arquitetura de Miami Beach é através de um passeio de Segway!
          Segway é um aparelho elétrico,desenvolvido para pessoas com dificuldade de mobilidade que permite locomover-se apenas inclinando o corpo para frente e para trás, ou seja, é um aparelho que te transporta de maneira eficaz sem que você faça esforço. 
              A empresa "Bike and Roll' oferece um tour completo de Segway, com duração de quase 3h, por um valor de US$60. Muita cultura e diversão com pouco esforço físico! 
               Quando convidei meus colegas para fazer esse passeio, em janeiro de 2013, recebi vários "nãos". Nosso tempo de descanso em Miami é de apenas 24h e todos já tinham planos de fazer compras nesse curto período. Com sorte, consegui convencer uma colega de me acompanhar: a animadíssima Renata foi uma ótima companhia durante todo o passeio.

"Bike and Roll" fica na esquina da Collins Av com a 10Th St
               O passeio começou por volta das 11h, com uma temperatura agradável de 21 graus (que foi aumentando ao longo do dia). Antes de sairmos, tivemos um pequeno treinamento de como se locomover no equipamento. O grupo era composto de oito turistas mais o guia. Em menos de 10 minutos, todos já haviam aprendido como andar para frente e para trás e ficar parado. Na verdade, o segredo está nas plantas dos pés. Se pressionar o calcanhar o Segway vai para trás, se pressionar os dedos dos pés, o Segway vai para frente, e se manter o equilíbrio, o Segway fica parado!










               A primeira parada foi no Art Deco Welcome Center, que fica em frente a Ocean Drive, a famosa avenida oceânica orlada de palmeiras, conhecida por seus bares e restaurantes; mas a atração principal no tour era a arquitetura das construções: a chamada Art Deco. De acordo com o Registro Nacional de Lugares Históricos, é na Ocean Drive que existe a maior concentração de arquitetura art deco tropical em todo o mundo! São cerca de 800 prédios, em tons pastel, que foram construídos nas décadas de 1920, 30 e 40.

Lummus Park com a avenida Ocean Drive ao fundo: prédios em tom pastel determinam a Art Déco















       



          O passeio continuou até a parte mais ao sul de South Beach, passando até pela residência dos Kardashians, família famosa nos EUA por participarem de um reality show.

         
           A parada seguinte foi no South Pointe Park. Até "estacionamos" nosso Segway para curtir o visual, de tão deslumbrante. Essa é a parte mais ao sul de South Beach e é possível avistar o porto de Miami e os prédios do centro da cidade.




Renata e eu


                       O passeio continuou por vários outros lugares incríveis! Fomos até o Museu de Arte Moderna de Miami Beach, depois passamos pelo Jardim Botânico, pelo Memorial do Holocausto, Centro de convenção.... passeamos por toda a ciclovia do Lummus Park e terminamos nosso passeio na famosa Espanola Way. Todos os pontos o guia pára, reúne o grupo e dá várias informaões históricas sobre os locais. Realmente muito instrutivo.

Museu de Arte Moderna


Jardim Botânico


Memorial do Holocausto


Espanola Way: famosa por seus restaurantes


         Foram cerca de 3h de passeio que indico a todos que forem a Miami. Fazer compras é ótimo, mas passear com cultura e diversão é melhor ainda!

       

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Le Mont - Saint - Michel

              2013 já começou com um passeio muito especial, um lugar único e repleto de histórias na região da Nomandia, na França: O Mont Saint Michel. Imaginem uma ilha medieval, toda murada, com uma abadia enorme envolvida nas rochas bem no topo do monte, realmente incrível! Agora imaginem que exatamente nesse lugar tão especial, onde o rio Couesnon deságua no mar, acontece o maior fenômeno das marés da Europa, com ondas gigantes que mudam completamente a paisagem do lugar... não é a toa que a UNESCO tombou como patrimônio da humanidade em 1979 e milhões de turistas visitam esse lugar, que é também um dos 1.000 lugares para se conhecer antes de morrer. 
             Gostaria, antes de tudo, de dar uma explicação a respeito das fotos que vou postar: nosso passeio foi dia 06/01/13, fazia um frio de 3 graus, o dia estava nublado e a maré estava completamente baixa. Minhas fotos não ficaram tão maravilhosas quanto o lugar é, mas, por motivos éticos, vou postar apenas as fotos eu mesma tirei, mesmo não sendo as melhores, e sugiro a todos que pesquisem mais fotos no google images para se ter uma ideia melhor do lugar no verão, com maré alta e vista aérea. 
            Aproveitei que estaria um dia a mais em Paris ( o chamado voo inativo) e planejei toda a viagem: reservei o carro pelo "decolar.com" que saiu por 132 euros duas diárias. Convidei todos os 15 colegas da tripulação para irem comigo mas apenas uma topou. Partimos bem cedo, por volta de  07:30 da manhã e, após 360 km percorridos e 24 euros de pedágio, chegamos, às 11:10, no estacionamento, onde funciona a nova recepção do Mont-Saint-Michel.
               A infra-estrutura do lugar é ótima! O estacionamento (8,50 euros por 24h) fica a cerca de 3 km da entrada do Monte e para chegar até lá é possível pegar um ônibus gratuito ou ir a pé. Nesse ponto também é possível visualizar o dique que foi construído no rio Couesnon.
A partir do ponto de ônibus é possível visualizar o Monte ao fundo
                          

O ônibus possui cabine de motorista do dois lados, pela difuldade de fazer o retorno na estrada estreita












                         







               A chegada aos pés do monte é algo muito impressionante. O tamanho da abadia destaca muito e aquele tanto de turista não consegue parar de tirar fotos desse lugar tão único. 

A partir desse ponto não existe mais carro, nem ônibus, somente pedestres.



           A longa história do Mont-Saint-Michel começou em 708, quando Aubert, bispo de Avranches, mandou edificar sobre o Mont-Tombe um santuário em honra do Arcanjo São Miguel. O local tornou-se rapidamente grande centro de peregrinação. No século X, os monges beneditinos instalaram-se na abadia e desenvolveram uma aldeia no sopé. Durante a Guerra dos Cem Anos, o Mont-Saint-Michel foi um exemplo de arquitetura militar, suas muralhas e fortificações resistiram a todos os ataques ingleses, transformando o Monte em um lugar simbólico da identidade nacional francesa e a devoção a São Miguel maior ainda. No século XIII, uma doação do rei da França, Filipe Augusto, após sua conquista da Normandia,  permitiu iniciar a construção do conjunto gótico chamado "Merveille" (Maravilha). Até o século XVIII segue-se a edificação dos aposentos da abadia. Transformada em prisão da Revolução até o Segundo Império, a abadia foi confiada ao serviço dos Monumentos Históricos desde 1874 e é o terceiro lugar mais visitado da França, só perdendo para Torre Eiffel e Castelo de Versailles. 
          Começamos nossa visita pela porta Bavole e seguimos pela única rua do vilarejo: o pátio de l'Avancée. Hoje a Grande Rue é repleta de turistas e lojas, mas esse sempre foi o caminho que os peregrinos percorriam desde o século XII. 
Porta Bavole, única maneira dos turistas entrarem no vilarejo


"Grande Rue"
                    Antes de visitarmos a abadia, experimentei a famosa omelete do Mont-Saint-Michel, que se assemelha a um suflê e foi inventado em 1888 pela famosa moradora local Mère Poulard. Uma outra especialidade do local é a perna de cordeiro. 
                      Após percorrer toda a rua principal, chegamos a porta da abadia. O ingresso para vista custa 9 euros, mas todo primeiro domingo do mês é gratuito, ainda tivemos essa sorte. Existe também panfletos explicativos em português!!! Sorte dupla!
                    A visita começa na Sala dos Guardas, a entrada fortificada da abadia e após grande escadaria chega-se ao terraço oeste, onde é possível apreciar a baía e a estátua de cobre dourado de São Miguel. 
Entrada da abadia

Grande Escadaria




















                A visita continua na Igreja abacial que foi construída a 80 metros acima do nível do mar. A nave apresenta uma elevação de três níveis: arcadas, tribunas e janelas altas. 
Igreja da abadia
                                     Depois da Igreja, visitamos o claustro, o lugar mais bonito da grande abadia, na minha opinião. Essa galeria permitia a circulação entre os edifícios, era um local de oração e meditação. Está situado na parte superior do edifício chamado "Merveille". O que mais impressiona é o duplo alinhamento das colunas, ligeiramente desencontradas, parece diferente de acordo com o ponto de vista. 
Claustro

Duplo alinhamento das colunas


                                   O refeitório é também muito interessante pois as paredes laterais da sala são atravessadas por frestas estreitas invisíveis a partir da entrada. 
Refeitório - não parece, mas cada fresta é uma janela



                                  Depois de outra escadaria chega-se a sala dos hóspedes, destinado a recepção de reis e nobres. Depois é possível conhecer a cripta dos grandes pilares, a cripta Saint -Martin, o ossário dos monges, a capela Saint-Etienne. Após descer pela grande escadaria norte-sul, chega-se a galeria coberta e a grande Sala dos Cavaleiros. A visita termina na esmolaria, local que os monges acolhiam os pobres e os peregrinos de todas as condições. 
Sala dos cavaleiros

                                               A saída é pelos jardins da abadia, que tem uma vista incrível da baía. 
Jardim da abadia

 Ao sair da abadia, percorremos outro caminho até o portal de entrada, descemos pelas muralhas do vilarejo e tivemos uma vista maravilhosa do lugar. 

Foi muito interessante todo o passeio e nós aproveitamos muito. Gostaria de voltar em uma outra oportunidade para ver o famoso fenômeno das marés, que  apresenta variações de até 15 metros. Dizem que as ondas chegam "como cavalos trotando" e inunda toda a baía em um fenômeno maravilhoso chamado "maré viva" e só acontece nas luas cheia e nova. No próprio site oficial do Mont-Saint-Michel há a tábua de marés para se poder planejar bem a visita para ver esse espetáculo da natureza. 


Paloma e eu
                   Mais quatro horas de viagem de volta para Paris que super valeram a pena. Gastos total da viagem: 85 euros de combustível, 15 euros do almoço, 40 euros de pedágio, 8,50 euros de estacionamento e 132 euros de aluguel de carro. Agradeço a Paloma pela companhia e por dividir as despesas nesse passeio tão legal e agradeço a minha amiga Raquel pelas dicas que ela me passou  antes do passeio. Recomendo a todos visitar esse lugar, caso tenham oportunidade, pois é realmente único!