segunda-feira, 2 de julho de 2012

Castelo do Dragão





Quem já leu os posts antigos com os títulos "Vale do Rio Reno" sabe o quanto é legal e interessante visitar os castelos dessa região da Alemanha. Quando tive a oportunidade de ir pra Frankfurt em junho/2012, em pleno final de primavera na Europa, não pude deixar de aproveitar essa oportunidade para conhecer mais um castelo nessa região tão bonita, em uma época do ano que tudo fica mais lindo.

O plano era aquele de sempre: alugar um Fiesta no carpool da Lufthansa, com desconto para tripulante, comer, dormir  e acordar às 06:00 da manhã local, que significa 01:00 no horário brasileiro. Jet lag à parte, essa é a melhor maneira de curtir o dia.

Minhas companheiras desse passeio foram: Juliana, Michely, Priscila e Nayara, carro cheio! Adorei a companhia delas! Saímos do hotel às 07:00. Com a ajuda do GPS e das autobans (rodovias) alemãs, chegamos em Königswinter às 08:40. Estacionamos o carro próximo ao centro de informações turísticas e lá mesmo conseguimos todas as informações, em inglês.

O castelo fica no alto de uma montanha chamada Drachenfels (montanha do Dragão), em um lugar conhecido como "As Sete Montanhas". Para se chegar até lá é preciso uma hora de caminhada ou utilizar a ferrovia mais antiga da Alemanha e subir de trem, que parte a cada 30 minutos.  




Fizemos a opção pelo trem e pagamos 16 euros pelo ticket combinado: trem, castelo e zoológico de répteis. O trem faz duas paradas. A primeira no Castelo do Dragão "novo", construído no século XIX e a segunda nas ruínas do Castelo antigo, que fica a 321m acima do Rio Reno.


Nesse mirante é possível visualizar o Rio Reno e as ruínas do Drachenfels.


Subimos mais alguns metros a pé até as ruínas. Éramos as únicas turistas lá naquele horário e aproveitamos para tirar várias fotos. Do alto foi possível avistar a cidade de Bonn e várias outras cidadezinhas nas margens do Reno.


Como as visitas ao castelo só começam às 11h, tivemos tempo de visitar o Nibelungenhalle, um museu sobre a lenda dos Nibelungos. De acordo com a lenda, vivia nessa montanha um dragão que escondia um tesouro. Siegfried foi o único capaz de matar esse dragão com sua poderosa espada feita com um metal especial, adquirido com a queda de um meteorito.


A poderosa espada de Siegfried e, aos fundos, a tela mostra Siegfried matando o dragão.

Depois de visitar esse museu, faz parte do passeio entrar no Drachenhöhle (buraco, caverna do dragão) e, depois de andar por alguns metros em uma caverna escura, encontramos o dragão! Em seguida passamos pelo zoológico de répteis, com diversas cobras, iguanas, jacarés e até algumas aves. Visitamos tudo rapidamente pois o cheiro estava forte. Por coincidência conhecemos um brasileiro que mora nessa montanha há 20 anos.
Depois de toda essa aventura enfim fomos conhecer o Drachenburg (Castelo do Dragão). Construído em 1882, em estilo gótico, cheio de torres e janelas panorâmicas. Na época, era uma residência privada de um rico banqueiro, hoje é administrado pelo governo alemão.




Os jardins do castelo são impressionantes! Muito bem cuidado, com vários tipos de flores e fontes diferentes.

O interior do castelo é também impressionante. Rico em detalhes, cheio de janelas com vista panorâmica para o Vale do Rio Reno. Infelizmente, apenas poucos aposentos podem ser visitados.




Depois de passear no interior do castelo, visitamos os jardins da parte da frente.




Da esquerda para direita: Michely, Priscila, Nayara, Juliana e eu.



Para finalizar o passeio, subimos muitos degraus de uma escada caracol até o alto da torre do castelo. Foi cansantivo mas valeu a pena. Uma vista mravilhosa do castelo e seus jardins, do rio Reno, de Konigswinter e dos vinhedos da região.


Pegamos o trenzinho de volta para cidade às 12:35 e voltamos a Frankfurt/ Neu-Isenburg por outro caminho: pelas margens do rio Reno. Trocamos a alta velcidade da autoban pelos 80km/h na estradinha que tem maior número de castelos por metro quadrado na Alemanha. Não sabia se dirigia ou se ficava olhando no mapa o nome de cada castelo.


Marksburg


Burg Katz

Burg Richenstein


Burg Rheinstein

Fizemos uma rápida parada na cidade de Rüdesheim para um almoço no delicioso restaurante Ratsstube. Na volta para o hotel abastecemos o carro por 40 euros e na devolução do carro descobri que rodamos quase 500 km! Com isso, o aluguel do carro saiu por 9 euros para cada. Ou seja, por 33 euros, cerca de 80 reais tivemos a oportunidade de passar um dia rico em cultura e beleza! Agradeço a Deus por ter tido essa oportunidade tão maravilhosa em minha vida e agradeço a todos que gastaram alguns minutos de suas vidas lendo esse post.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Segóvia - Espanha


Segóvia é uma  cidade localizada cerca de 100 km de Madri e declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Em dezembro de 2010, tive a oportunidade de passar um dia maravilhoso nessa cidade e conhecer um pouco de sua história.

Primeira parte do passeio: como chegar. É muito fácil e rápido chegar a Segóvia partindo de Madri. Graças aos trens de alta velocidade AVE é possível chegar a Segóvia em 27 minutos, partindo da estação Chamartin. E o preço é cerca de 25 euros por trecho.



Essa foto, tirada dentro do trem, mostra que reamente é um trem de alta velocidade: 244 km/h.

A estação de trem fica afastada da cidade, é preciso pegar um ônibus para se chegar até o centro histórico. Todos os horários de ônibus coincidem com as chegadas e partidas dos trens. Na estação é possível adquirir mapas da cidade.


Convidei vários colegas para o passeio, mas apenas duas aceitaram meu convite, a Camila e a Deise. Assim que descemos do ônibus nos deparamos com o enorme aqueduto romano. É muito impressionante o tamanho e a perfeição dessa obra. Construída pelos romanos, no século I, sem o uso de cimento ou argamassa, apenas encaixe de pedras, com o objeitvo de transportar água das montanhas para a cidade. O aqueduto possui 813 metros de extensão e 28 metros de altura, além de 166 arcos e 120 pilares em dois níveis.


Tivemos sorte de estar um dia muito bonito de inverno. Apesar do frio de cerca de 10°C, fazia sol e céu estava bem azul. Não tivemos tempo de percorrer toda a extensão do aqueduto, pois tinha os outros pontos turíticos a conhecer.



Na Plaza Mayor fica imponente Catedral de Segóvia. Construída em estilo gótico, entre os anos 1525 e 1577, possui três abóbadas altas e uma torre de 90 metros. Do ângulo que tirei essa foto não é possível ver a torre, mas na primeira foto da postagem têm-se a vista geral da cidade.
A visita a Catedral custa 3 euros, com direito ao mapa da catedral com explicações em português. O guia é bastante informativo, enumera e explica todas as 20 capelas, além do presbitério, altar-mor, claustro, sala capitular, coro e sacristia. O estilo e a cronologia da catedral é gótico, mas é preciso acrescemtar que a concepção de espaço, a luminosidade, os volumes e o seu tratamento respondem a uma estética renascentista. No seu interior, encontram-se grandes obras artísticas, infelizmente é proibido fotografar.



Por último, mas não menos importante, visitamos o Alcazar de Segóvia. A visita custa 5 euros, também com direito a mapa e explicações em português, que facilita muito a visita.


Durante a Idade Média, o Alcázar foi uma das moradas favoritas dos reis castelhanos, chegando a ser uma fortaleza chave para o domínio de Castela. Filipe II celebrou nele o casamento com sua quarta mulher, Ana de Áustria.


Após a instalação da Corte em Madri, o Alcázar perdeu a sua condição de residência real e tornou-se prisão estatal durante mais de dois séculos.


Em 1762, o rei Carlos III fundou a Real Escola de Artilharia, que foi instalada no Alcázar. Hoje funciona o Museu da Real Escola da Artilharia, dividido em quatro etapas.

Em 1862 um apavorante incêndio destruiu os telhados e estragou a estrutura do Alcazar. Em 1882 começou a restauração e em 1898 instalou-se na parte superior do prédio o Arquivo Geral Militar, que se encontra até hoje.

O roteiro para a visita no Alcazar passa nos seguintes cômodos: Sala do Paço Velho, Sala da chaminé, Sala do Trono, Sala da Galé, Sala das Pinhas, Câmara Régia, Sala de Reis, Sala do cordão (foto abaixo), capela, sala de armas e, a parte que mais gostei: a torre São João II.

A grande torre foi construída sob o reinado de João II, como ampliação de outra mais antiga. Durante muito tempo serviu de Prisão Estatal. As doze pequenas torres da zona supeior são obras de Juan Guas. 


Nesse momento que estávamos apreciando a incomparável paisagem da cidade de Segóvia do alto da Torre, os sinos da Catedral bateram 12 vezes, indicando que era meio-dia do horário de inverno europeu... hora de descer da torre, voltar para estação de trem, voltar para Madri, voltar para o Brasil...


















quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Stonehenge









Minha cidade natal ficou famosa pela misteriosa aparição do "E.T. de Varginha" que, até hoje não sabemos o que é verdade e o que é mito. Mas esse é um mistério recente, aconteceu há apenas 16 anos; já o mistério de Stonehenge existe há quase 5 mil anos!

Stonehenge é provavelmente um dos monumentos pré-históricos mais famosos do mundo, considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco. É formado por um círculos de grandes pedras, mas ainda é um mistério a verdadeira origem e significado. Situado no sudoeste da Inglaterra, próximo a Amesbury, na planície de Salisbury, recebe cerca de 700 mil visitantes por ano.

Partindo de Londres, a melhor maneira para se chegar é pegando um trem até Salisbury e de lá é possível pegar ônibus de turismo direto para Stonehenge. Só que esse passeio eu não fui nem de trem, nem de ônibus, dessa vez eu fui de carona! Como já dizia o ditado popular, quem tem amigos tem tesouro, eu aprovetei um tesouro de amiga varginhense que mora em Cheltham para me acompanhar nesse passeio e dirigir (na mão britânica) uns 200km até nosso destino. O tempo todo eu tinha a impressão que estávamos na contra-mão e eu ficava repetindo: "Tânia, estamos na mão certa?", ela só respondia: "Relaxa, o problema vai ser andar comigo no volante quando eu voltar pro Brasil!"

Confesso que me assustei muito nas estradas estreitas quando cruzávamos com algum caminhão ou ônibus. Erramos um pouco o caminho mas no fim deu tudo certo. O grande círculo de pedras fica literalmente no meio do nada. Eu esperava um parque com grades ou algo do tipo, mas não, fica no entrocamento de duas rodovias. Há um espaço para estacionar o carro e, através de uma passagem subterrânea é possível chegar mais próximo das pedras.
A única maneira de nós turistas chegarmos próximo do círculo de pedras é através desse túnel subterrâneo. A taxa de entrada é de 7,80 libras (em torno de 20 reais) incluso o audio-guia explicativo (em inglês).
Existem diversas lendas e mitos acerca da sua construção, atribuída a diversos povos: Egípcios, Fenícios, Gregos, Celtas, Romanos, Saxões, Dinamarqueses, e até a Atlantes, Aliens e ao mago Merlin.



É possível dar a volta completa ao redor das pedras. Algumas partes fica-se mais próximo, outras mais distantes. Nessa foto é possível perceber o círculo formado por uma depressão no solo ao redor das pedras.

Na verdade, essa depressão foi feita no Período I da construção (3.100 a.C) que consistia em apenas essa vala circular com 97,54 m de diâmetro, dispondo de uma única entrada. O círculo fica alinhado com o pôr do sol do último dia de inverno e com as fases da lua.
Durante o chamado Período II (2150 a.C.) foram construídos dois círculos de pedras azuis (coloridas com um matiz azulado), o alargamento da entrada, a construção de uma avenida de entrada marcada por valas paralelas alinhadas com o Sol nascente do primeiro dia do Verão, e a ereção do círculo externo, com 35 pedras que pesavam toneladas. As altas pedras azuis, que pesam quatro toneladas, foram transportadas das montanhas de Gales.

No chamado Período III ( 2075 a.C.), as pedras azuis foram derrubadas e pedras de grandes dimensões (megalitos) - ainda no local - foram erguidas. Estas pedras, medindo em média 5,49 metros de altura e pesando cerca de 25 toneladas cada, foram transportadas do Norte. Entre 1500 a.C. e 1100 a.C., aproximadamente sessenta das pedras azuis foram restauradas e erguidas em um círculo interno, com outras dezenove, colocadas em forma ferradura, também dentro do círculo. Estima-se que essas três fases da construção requereram mais de trinta milhões de horas de trabalho.


Essa foto parece que estou falando no celular, mas na verdade estava ouvindo as explicações dadas no audioguia.


As teorias atuais a respeito da finalidade de Stonehenge sugerem seu uso simultâneo para observações astronômicas e cultos religiosos.


No dia 21 de junho, o sol nasce em perfeita exatidão sob a pedra principal.



Mistérios: Ao redor do monumento principal existem outras obras intrigantes. Afastado de Stonehenge, 800 m ao norte está o chamado Cursum. Semelhante à uma pista reta de corridas de cavalos, com 2,8 km de comprimento e 90 m de largura, imagina-se que ele também era usado em cerimoniais religiosos e procissões. Alguns adeptos do estudo dos OVNI afirmam entretanto que seu objetivo era servir como pista de pouso para naves interplanetárias. Infelizmente não foi possível conhecer esses misteriosos círculos, nosso tempo era curto e ainda tínhamos que voltar pra Londres.


Depois dessa visita à Stonehenge, ficam muitas dúvidas, algumas suposições, e poucas certezas. Por que trouxeram pedras tão imensas e pesadas de tão longe, exatamente para aquele lugar? Quem de fato construiu o monumento e porque? Sozinhos ou tiveram ajuda de alguma outra civilização? Que civilizações eram estas, que já na pré-história tinham conhecimentos tão profundos de astronomia, engenharia, e matemática? Teria sido Stonehenge realmente construído com ajuda de povos vindos de outros planetas, ou isto tudo não passa de ficção?

Dúvidas e mistérios à parte, ganhei uma super carona de volta até o aeroporto de Heatrow pois, como sempre, era hora de voltar ao Brasil. Agradeço imensamente a Tânia, por dirigir tão bem na mão inglesa e te devo um carona para fazer um passeio aqui em Minas, poderíamos explorar os mistérios de São Thomé das Letras!!!






quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Greenwich

Fevereiro de 2009. Inverno em Londres. Dia nublado e frio, típico dia londrino, perfeito para explorar mais um destino: Meridiano de Greenwich, nos arredores da capital inglesa. Breve explicação para quem não sabe: o Meridiano de Greenwich é uma linha imaginária que divide o globo terrestre em ocidente e oriente. A partir desse meridiano é possível medir as longitudes e determinar os fusos-horários. A sigla GMT significa Greenwich Mean Time, ou seja, é a hora zero nas medidas dos fuso-horários, e não muda de acordo com as estações do ano.

Minha companheira dessa vez foi a Rosana. Saímos 9h (local) do hotel próximo ao aeroporto de Heatrow e fomos de metrô até a estação Embankment. A própria estação de metrô é interligada com o píer Embankment. Nosso meio de transporte até Greenwich seria um barco sobre o rio Tâmisa!


A tarifa do barco só de ida até Greenwich custou apenas 3,45 libras, com direito a um passeio pelos principais pontos turísticos de Londres que estão às margens o river Thames.


Passamos pelo Big Ben e parlamento inglês, na super roda-gigante London Eye, na Saint Paul´s Cathedral...


Passamos pela famosa Tower Bridge e ao seu lado a imponente Tower of London!


Quando não dava para aguentar o vento gelado, íamos para a parte interna do barco, que é aquecida.


A duração da viagem de barco, do Embankment píer ao Greenwich píer durou 45 minutos.


Greenwich é considerado Patrimônio da Humanidade, além da famosa linha do meridiano, possui também outras atrações: O Museu Marítimo Nacional, o Observatório Real e Old Royal Naval college. Andamos por todo o Greenwich Park em direção ao Observatório Real, local que mostra exatamente por onde o meridiano passa.


Exatamente no meio do mundo! Um pé no leste e outro no oeste! Emocionante!


Essa foto mostra a "materialização" do meridiano e cita algumas cidades e suas longitudes (à leste e à oeste).

Exatamente meio-dia (hora GMT) apareceu um cara vestido com roupas do século XVIII, alguns fantoches na mão e abordou todos os turistas ali presentes explicando sobre o surgimento dos meridianos: até início do século XVIII, eram comuns acidentes com grandes navios no mar por falta de um instrumento de navegação preciso. Depois de um grande acidente em 1707 que matou 2.000 homens, o rei Charles II ofereceu uma recompensa de 20.000 libras para aquele que conseguisse resolver o problema e encontrar meios de medir a longitude no mar. Após 60 anos, um carpinteiro de Yorkshire recebeu seu prêmio: John Harrison descobriu que a cada 15 graus que se viaja para leste, a hora local move uma hora a frente e quando se viaja a oeste, a hora se move para trás. A partir dessa observação, é possível determinar a distância entre dois pontos do planeta Terra se souber a hora local e vice-versa.

A explicação do "ator/professor" foi fascinante e todos adoraram, principalmente as crianças!

Fizemos uma breve visita ao Observatório Real, que tem um grande acervo de instrumentos de astronomia e um planetário.

Voltamos a Londres de trem por ser mais rápido e barato (já tínhamos o ticket travelcard que serve pro dia todo). Ainda tivemos tempo de um almoço rápido em Convet Garden.

Depois de visitar o "meio do mundo" só nos restou voar mais "meio mundo" de volta pra casa...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Passeio de barco em New York

Não preciso escrever muito sobre Nova York porque todos já conhecem de filmes e seriados. Central Park, Times Square, Empire State Building, Quinta Avenida, Wall Street, Broadway... já estamos familiarizados com esses cenários desde criança com o famoso filme "Esqueceram de mim 2" até os atuais filmes Sex and City, além dos seriados Friends, CSI NY e vários outros.

Nova York é indescritível. Considerada a capital do mundo é a única "cidade-cidade de verdade" como disse Truman Capote. Arranha-céus, muita gente nas calçadas, táxis amarelos, musicais da Broadway, museus incríveis, zoológicos, parques, praças, várias nacionalidades em um lugar só!

A primeira vez que fui a Nova York, em 2007, me senti realmente dentro de um filme. Apesar de hotel que ficamos hospedados ser em Long Island, vale a pena pegar 50 minutos de trem e passar algumas horas na ilha de Manhattam, o centro de Nova York.

Depois de quase cinco anos com belíssimas oportunidades de visitar Nova York, aprendi o único segredo pra se locomover em Manhattan: ter um mapa! Todas as avenidas verticais são em ordem: 1ª, 2ª,3ª até a 12ª e ruas horizontais também são na ordem 23, 24 , 25 até 207.. então não é difícil, a gente sempre sabe que paralela a Quinta Avenida estarão a Quarta e Sexta Avenidas.

Quanto ao metrô, é só olhar no mapa e ver se seu destino está ao norte ou ao sul da ilha: se estiver ao norte, deve-se pegar o metrô sentido Uptown, se estiver ao sul é só pegar sentido Downtown. Muito simples! Não tem erro.

Para quem tem I-Phone ou I-Pod, existem muitos aplicativos com mapas de Nova York, inclusive o Google Maps que mostra exatamente sua localização e é MUITO bom. Aproveito para deixar registrado aqui no blog minha sincera homenagem ao Steve Jobs por essa criação que facilita tanto nossa vida e indicar a todos o aplicativo "All Subways" com mapas de metrôs do mundo todo.

Nessa postagem específica, gostaria de relatar um passeio muito legal que fiz em Agosto/2011, pleno verão em NY, justamente a melhor época para se fazer um passeio de barco no rio Hudson, na parte sul da ilha de Manhattan.

A empresa chama-se Circle Line Sightseeing e o píer fica na rua 42 com a 12ª avenida. Achei que seria mais interessante fazer o passeio chamado Harbor Lights Cruise, que parte às 19h e seria possível ver o pôr-do-sol e as luzes da cidade se acendendo.


Essa é a vista do píer que saímos. O barco lotou antes da hora e o passeio começou com 20 minutos de atencedência!


A animadíssima Paula foi minha parceira dessa vez. Pena que não conseguimos assento na parte de cima do barco, mas ficamos zanzando o tempo todo em busca de melhores ângulos para as fotos!


A Estátua da Liberdade (Lady Liberty) foi projetada pelo engenheiro Alexandre-Gustave Eiffel e foi um presente dado pela França aos Estados Unidos em 1885 como símbolo de amizade e da concepção de liberdade compartilhada pelos dois países.


A estátua está erguida sobre um pedestal de granito na Liberty Island (Ilha da Liberdade) e foi inaugurada em 28 de outubro de 1886.


O barco deu algumas voltas ao redor da Estátua da Liberdade enquanto o sol ia descendo aos poucos...


O passeio teve duração de duas horas e um guia muito simpático ia explicando sobre os prédios, as ilhas e as pontes. A ponte dessa foto é a famosa Brooklin Bridge, que liga a ilha de Manhattan ao bairro Brooklin, que também pertence a Nova York.


O barco contornou toda a parte sul da ilha e voltou pelo mesmo caminho, enquanto o dia ia se acabando e a noite começando.


Quando o barco estava voltando ao píer já era noite e as luzes da cidade já estavam todas acessas, mudando totalmente a paisagem...

Foi um passeio maravilhoso e inesquecível. E, para finalizar o dia com chave de ouro fomos jantar no restaurante italiano Carmine´s no coração da Times Square: spaghetti com almôndegas e limonada de morango!!!

Para acessar todas as fotos acessem:
https://picasaweb.google.com/106259675007546897994/NewYorkBoatTrip#